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sementes de luz

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APRENDENDO COM OS MENTORES ESPIRITUAIS

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Quem assistiu ao filme sobre a vida de Divaldo Franco talvez tenha observado uma cena bastante marcante durante uma reunião mediúnica. Nela, um espírito sofredor recusava-se a aceitar as orientações do doutrinador, afirmando que não reconhecia nele a autoridade moral do Cristo, mas apenas palavras bem elaboradas e destituídas de verdadeiro sentimento.

O desfecho da cena é emocionante. Somente após a intervenção de uma médium de formação simples, que se dirigiu ao espírito com sincera compaixão, compreensão e amor, foi possível vencer o orgulho que o mantinha preso ao sofrimento.

Essa passagem nos leva a uma importante reflexão: não basta possuir amplo conhecimento doutrinário se ainda não aprendemos a amar verdadeiramente o próximo.

Vivemos uma época em que o acesso ao conhecimento nunca foi tão fácil. A internet e, mais recentemente, as inteligências artificiais colocaram diante de nós uma quantidade praticamente ilimitada de informações. Entretanto, em meio a tantos recursos, não podemos nos esquecer da essência do Evangelho: o amor ao próximo.

Nas práticas mediúnicas encontramos um belo exemplo dessa realidade nas manifestações espirituais identificadas como pretos-velhos, caboclos e indígenas. Por meio desses benfeitores, somos convidados a ampliar nossa compreensão da misericórdia divina e, sobretudo, a vencer preconceitos que muitas vezes ainda permanecem ocultos em nosso íntimo.

O Espiritismo nos esclarece, no capítulo 33 do livro Lázaro Redivivo:

“Se encontramos numerosas entidades africanas e indígenas em nosso ministério espiritual é que o Senhor nos chama ao pagamento de enorme débito para com aqueles que nos serviram a todos, nestes últimos quatro séculos, na terra abençoada e farta do Brasil.”

Essa afirmação nos convida a refletir que a presença desses espíritos em atividades de auxílio não é fruto do acaso.

São trabalhadores do bem que, utilizando a linguagem, os costumes e os símbolos culturais com os quais se identificam, aproximam-se daqueles que necessitam de consolo, orientação e esperança. Ao mesmo tempo, sua presença representa também um convite ao reconhecimento da imensa contribuição que os povos africanos e indígenas ofereceram à formação do nosso país.

Para quem está iniciando o estudo da Doutrina Espírita, é natural surgir certa estranheza ao encontrar manifestações dessa natureza, principalmente porque essas figuras são mais conhecidas nas tradições religiosas de matriz africana. Entretanto, é importante recordar um dos princípios fundamentais do Espiritismo: os espíritos devem ser avaliados pelos seus valores morais e pelos frutos que produzem, e não pela forma como se apresentam. Se uma comunicação inspira caridade, consola os aflitos, fortalece a fé, incentiva a reforma íntima e aproxima as criaturas de Deus, pouco importa a aparência adotada pelo benfeitor espiritual.

Por isso, não devemos julgar uma manifestação espiritual por seus trejeitos, pela linguagem utilizada ou pela aparência assumida pelo espírito comunicante. O conhecimento doutrinário é indispensável, mas precisa caminhar lado a lado com a humildade e a caridade. Muitas vezes, espíritos que se apresentam de maneira extremamente simples revelam grande elevação moral por meio do serviço silencioso e desinteressado.

No capítulo 34 da mesma obra encontramos um dos ensinamentos mais belos sobre esse tema:

“Avise-os para não se aproximarem dos nossos benfeitores humildes como catedráticos orgulhosos e envaidecidos, e sim como irmãos verdadeiramente interessados no bem… Ao ensinarmos ciência e filosofia, aprendemos com eles as lições de humildade, devotamento e renúncia, nas quais já se diplomaram, desde muito, negando a si mesmos, tomando sua cruz e seguindo a Jesus.”

Essas palavras constituem um verdadeiro convite à humildade. Antes de julgarmos a forma pela qual Deus escolhe realizar sua obra, talvez devamos voltar o olhar para nós mesmos, reconhecendo que ainda temos muito a aprender no caminho do Evangelho.

Mais do que os nomes ou as formas pelas quais esses benfeitores se apresentam, importa perceber aquilo que realmente nos oferecem: exemplos de humildade, devotamento, renúncia e amor ao próximo.

Talvez seja justamente essa a maior lição que eles vieram nos ensinar.

tema do mês

Pai sua missão é especial

Fonte: Criado por IA

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Na literatura espírita encontramos diversos contos e crônicas emocionantes que descrevem o amor incondicional das mães, citamos por exemplo a história da mãe de Gregório no livro Libertação, a história de Diana no livro Fé e Vida, a história sobre o calvário maternal de Maria Quitéria no livro A vida Escreve, mas praticamente não encontramos nenhum conto desta natureza sobre o amor de pai.

Em geral, os textos sobre os pais são sempre de advertência e corrigenda direcionados para a responsabilidade da missão que os aguarda.

Podemos imaginar que isso se deve a desatenção que muitos homens têm em suas responsabilidades espirituais, desconhecendo ou negligenciando a missão que possuem com o espírito de sua guarda em início de caminhada.

Emmanuel no livro Fonte Viva – Cap. 135 – esclarece que:

“Assumir compromissos na paternidade e maternidade constitui engrandecimento do espírito, sempre que o homem e a mulher compreendam o caráter divino.”

Ser pai é algo inimaginável até você se tornar um. Receber a missão de cuidar e zelar por um espírito que está reiniciando a sua experiência em uma encarnação é uma responsabilidade que poucos entendem ou reconhecem.

Enquanto o amor materno, na maioria das vezes, começa a florescer ainda durante a gestação, o amor paterno costuma amadurecer de forma gradual, fortalecendo-se na convivência, no cuidado e na responsabilidade diária.

Casimiro Cunha, em parte de um belo poema encontrado no livro Cartas do Evangelho endereçada aos pais, diz:

“Se a missão das mães Terrestres é conduzir e ensinar. O trabalho de um pai é de agir no esforço de transformar .“

Sendo assim, amar como pai é saber dar e dosar, saber disciplinar e ensinar com paciência. É ser capaz de apresentar ao espírito reencarnado qual caminho seguir através de bons conselhos. É mostrar os atalhos, a fim de facilitar a caminhada do seu protegido e principalmente direcionar os valores que devem pautar a nova existência através do bom exemplo.

Alerta Humberto de Campos no livro Lázaro Redivivo – Cap. 49

“Precatem-se, pois, os pais e mães terrestres, para que não se percam, envenenando o coração dos filhos, a distância do dever e do trabalho. Aniquilando o egoísmo que os cega, se não querem cavar o abismo futuro.”

Nota-se então, que a jornada não é fácil, pois demanda muita renúncia e disciplina, mas de certo modo é recompensador pensar que foi possível, por um momento, ser o responsável direto de um espírito que acima de tudo é filho de Deus e que talvez possua até mais experiência de vida do que o próprio Pai. Ainda mais, quando entendemos que aquele espírito não está sob os nossos cuidados por acaso, como esclarece Humberto de Campos no cap. 15 do livro Lázaro Redivivo:

“…É que antes de serem rebentos temporários do nosso sangue eram companheiros espirituais no campo da vida infinita e se voltaram ao internato da reencarnação, é que necessitavam atender ao resgate, junto de nós outros, adquirindo mais luz no entendimento. Não devíamos cercá-los de mimos inúteis, mas de lições proveitosas, preparando-os em face das exigências da evolução e do aprimoramento para a vida eterna.”

Por isso, que cada homem reflita sobre a nobre missão, em especial, sobre a importância de sua presença para aquele ser, seja ele na infância ou na idade adulta se esforçando, não para que não falte nada material, mas sobre o legado espiritual que pode deixar ao rebento, pois não sabemos os débitos que possuímos. A receita para isso está descrita na cap. 156 do livro Fonte Viva:

“Impelidos pelas causas do passado a reunir-nos no presente é indispensável pagar com alegria os débitos que nos irmanam a alguns corações, a fim de que venhamos a solver nossas dívidas para com a humanidade.”

Concluindo, homenageamos a todos aqueles que de uma maneira ou de outra cumprem seu papel de pai. Que tenham a certeza que estão sempre amparados pelos benfeitores na caminhada e sendo lembrados sobre a responsabilidade na edificação do espírito como bem lembra Emmanuel no livro o Consolador – pergunta 110:

“Os estabelecimentos de ensino propriamente do mundo podem instruir, mas só o instituto da família pode educar. É por essa razão que a universidade poderá fazer o cidadão, mas somente o lar pode edificar o homem.”

Talvez nunca saibamos exatamente quais compromissos espirituais nos uniram aos filhos que Deus colocou sob nossos cuidados. Mas sabemos que nenhum deles chegou por acaso. Se hoje ocupamos a posição de país, é porque a Providência Divina acreditou que poderíamos contribuir, por meio do amor, do exemplo e da educação, para a construção de um espírito melhor. E talvez não exista missão mais nobre do que essa.

dicas de leitura

pAZ ALÉM DAS PALAVRAS

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Para este mês de agosto/26 incluímos como sugestão de leitura, uma obra chamada Paz além das palavras do autor Simão Pedro publicada pela intelítera.

O autor Simão Pedro, com sua mineirice, sensibilidade e bom humor, nos convida a reencontrar a essência da paz. Com palavras simples e profundas, ele nos ensina que, mesmo em tempos difíceis, é possível viver em harmonia.

Este livro nos convida ao sossego da alma. Em meio a tantas transformações e conflitos que abalam valores, sabores e relações, parece que a paz e a fraternidade se tornaram meras utopias.

Nos dias de hoje, a paz nunca foi tão urgente, vivemos como se estivéssemos em uma guerra constante, não só contra armas, mas contra tudo o que é essencial para a vida: os bens, os valores, o conhecimento, os relacionamentos e até as lideranças. Tudo muda o tempo todo, guiado por modas e interesses.

Como diz Simão Pedro: “dormem de um jeito, amanhecem de outro.”

Com isso, a fraternidade e paz parecem ter se tornado utopias de poucos sonhadores, trancadas em discursos filosóficos ou versos esquecidos. Mas é justamente nesse cenário que a voz de Simão Pedro se faz necessária.

Com seu profundo conhecimento, entrelaçado à mineirice e o bom humor – ele nos convida, página a página, a compreender a essência da paz. Mais do que isso: mostra-nos que é possível vivê-la, mesmo em tempos difíceis.

Como ele mesmo diz: Este livro é um abraço. Um descanso. Um reencontro com o que há de mais humano em nós.

Vale a pena a leitura…

Podcast LEITURA DE LIVROS

Você já conhece o Podcast Leitura de Livros da nossa irmã Miriam?

Para você que não tem tempo ou que talvez não tenha o hábito da leitura, essa é a melhor opção para conhecer algumas das obras fundamentais da nossa literatura Espírita. Confira uma prévia:

campanha

Torne-se um sócio da nossa Casa

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A Diretoria do Centro Espírita Luz da Humanidade convida a todos que ainda não se filiaram ao quadro associativo, para participarem dessa campanha, unindo esforços para a manutenção da Casa.

Isso permite que todos aqueles que venham buscar atendimento, continuem a receber o “conforto” físico e espiritual que a Casa oferece, e num futuro possam fazer parte também da nossa equipe de trabalho.

O sócio contribuinte tem acesso às obras espíritas do acervo de livros da nossa biblioteca, constituído de romances, livros de estudo e o próprio Pentateuco de Allan Kardec. Pesquise pelo site nossa lista e escolha qual mais lhe interesse para leitura.

Para se associar você pode clicar aqui para preencher a ficha online  ou converse com o voluntário da recepção de qualquer de nossos trabalhos, preenchendo a ficha com seus dados e fazendo sua contribuição mensal do valor que lhe for conveniente, tendo acesso também ao nosso grupo do whatsapp.

O Centro Espírita Luz da Humanidade agradece sua valiosa contribuição e lhe deseja um abraço fraterno.

Expediente

Este boletim é uma publicação mensal do Centro Espírita Casa Luz da Humanidade que visa oferecer aos colaboradores, frequentadores e participantes através de leitura ou por áudio informações interessantes na forma de artigos à luz da Doutrina Espírita.

EXPEDIENTE:
Centro Espírita Casa Luz da Humanidade
Av. Dr. Arlindo Joaquim de Lemos, 864
Vila Lemos, Campinas – SP

Direção: Daniel Grippa  e José Ricardo Oppermann.

Colaboraram nesta edição: Floriano Farina, Miriam Maino Farina, Ivan Farina e Felipe Farina

Mais informações pelo email
dfg@dfgempresarial.com.br
www.casaluzdahumanidade.com.br

Os artigos, aqui publicados, poderão ser reproduzidos parcial ou integralmente desde que citada a fonte. As imagens e fotos não devem ser copias podendo estar protegidas por direitos autorais e/ou de imagem.,,

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MENSAGEM

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PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA E DO FERMENTO

Fonte: Criado por IA

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(Mateus 13: 31:43)

O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem, pegando dele, semeou no seu campo; o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu e se aninham nos seus ramos.

Outra parábola lhes disse: O Reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado.

Tudo isso disse Jesus por parábolas à multidão e nada lhes falava sem parábolas, para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta, que disse: Abrirei em parábolas a boca; publicarei coisas ocultas desde a criação do mundo.

Explicação da parábola do joio:

Então, tendo despedido a multidão, foi Jesus para casa.

E chegaram ao pé dele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo. E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente é o Filho do Homem, o campo é o mundo, a boa semente são os filhos do Reino, e o joio são os filhos do Maligno.

O inimigo que o semeou é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos. Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo.

Mandará o Filho do Homem os seus anjos, e eles colherão do seu Reino tudo o que causa escândalo e os que cometem iniquidade.

E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali, haverá pranto e ranger de dentes.

Então, os justos resplandecerão como o sol, no Reino de seu Pai.

Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça.

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Dica de Leitura A ESCOLhA DE nICK

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A dica de leitura infanto-juvenil do boletim de agosto/26 é o livro A Escolha de Nick da autora Danielle V.M. Carvalho ditado por Santiago, publicado pela boa nova editora.

Nesta obra, a autora narra a história de um menino de nome Nicolas cujo apelido é chamado Nick. É um menino bastante esperto e travesso. Ele é aquela pessoa que não obedece e não gosta de fazer o que os outros pedem.

Ele é um garoto que, apesar de levado às vezes, tem um grande coração e com a ajuda de Miguel, seu amigo espiritual teve uma viagem astral com a oportunidade de visitar uma família muito necessitada e dona Lúcia, sua caridosa mãe que ajuda a preparar sopa para os necessitados, Nick vai descobrir o valor do alimento, tanto físico quanto espiritual. 

Esta história ajuda a apresentar uma lição muito valiosa na vida: a de que todos somos capazes de realizar os nossos sonhos e se destina também a pais, educadores e todos aqueles que se preocupam com a educação da criança e sua preparação para os desafios do porvir.

A história começa quando Nick se recusa a ajudar sua mãe a fazer uma sopa muito saborosa que iria distribuir a noite a pessoas carentes e ao invés de trabalhar utilizou o tempo assistir séries na tv.

Mas através do despreendimento no sono pode observar o que estava perdendo em colavborar com sua mãe.

O desnrolar do enredo dessa história maravilhosa, que procura ilustrar os ensinos por meio de histórias extraídas de exemplos vivos colhidos no cotidiano, em vez de simplesmente repetir teorias como na catequese tradicional.

O livro é muito colorido e ajuda a atrair atenção para a história que vale a pena estudar no Evangelho do Lar e também nas aulas de Evangelização do Centro.

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Dinâmica - Caça Palavras

Contatos

Daniel Grippa
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