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Você sabia que cada um de nós possui uma vibração própria e que essa vibração é percebida por todos ao nosso redor? A somatória dessas vibrações forma a atmosfera espiritual do ambiente.
Somos, portanto, corresponsáveis pelo clima espiritual dos locais que frequentamos, embora muitas vezes, coloquemos a culpa apenas nos nossos amigos desencarnados.
Como nos ensina Emmanuel, no capítulo 172 do livro Pão Nosso:
“Todos nós, por meio dos pensamentos e atos, criamos atmosfera particular que nos identifica aos olhos alheios.”
O nome técnico dessa atmosfera é psicosfera. Ela está intimamente relacionada aos nossos pensamentos e sentimentos. Se estamos apreensivos, angustiados ou aflitos, nosso padrão vibratório se densifica. Ao contrário, quando cultivamos serenidade, confiança e alegria, elevamos nossa sintonia mental.
Nossa psicosfera interage com a daqueles que nos cercam, sejam encarnados ou desencarnados. Influenciamos e somos influenciados continuamente — em casa, no trabalho, na rua ou na instituição espírita.
Quando participamos de um trabalho espírita, por exemplo, precisamos compreender que não apenas recebemos auxílio, mas também contribuímos para a sustentação do ambiente. Seja como dialogador, médium, trabalhador ou frequentador, todos somos elos da corrente. Nossa vibração pode fortalecer ou fragilizar o conjunto.
Se o médium teve um dia difícil e não conseguiu realizar sua preparação íntima, provavelmente encontrará maior dificuldade de sintonia. Se durante o trabalho dispersamos o pensamento, conectando-nos a preocupações e irritações, abrimos brechas vibratórias que interferem na harmonia do grupo.
Muitas vezes atribuímos a sensação de “ambiente pesado” exclusivamente à presença de espíritos sofredores. No entanto, é justo refletir: quanto dessa densidade pode estar relacionada à nossa própria oscilação mental?
No atendimento fraterno, por exemplo, o assistido muitas vezes se sente amparado antes mesmo de ouvir qualquer orientação. A vibração de acolhimento fala primeiro. Recordemos que as curas realizadas por Jesus frequentemente aconteciam pelo simples contato.
Sua psicosfera, elevada e amorosa, estabelecia conexão imediata com aqueles que o buscavam.
Emmanuel afirma no capítulo 31 de Caminho, Verdade e Vida:
“A sinfonia estará perturbada se faltou uma nota; o poema é obscuro quando se omite um verbo.”
Cada um de nós é nota indispensável na harmonia coletiva.
Mas essa responsabilidade não se limita à casa espírita. Ela se estende ao lar, ao ambiente profissional e às relações cotidianas. O chamado “clima” de um lugar é resultado direto da contribuição vibratória de seus participantes.
O Evangelho no lar é um exemplo claro disso. Ao nos reunirmos para o estudo e a oração, percebemos mudança imediata na atmosfera do ambiente. Não se trata de algo místico, mas de sintonia. Direcionamos pensamentos ao bem, elevamos sentimentos e, consequentemente, transformamos a psicosfera doméstica.
E quando agimos de forma impaciente, rude ou egoísta? Que tipo de vibração espalhamos?
Há uma conhecida história envolvendo Chico Xavier que ilustra bem essa realidade. Ao atender uma vizinha com pressa, após orientação de Emmanuel, Chico recebeu palavras de gratidão que se transformaram, espiritualmente, em energia luminosa. Emmanuel então o alertou: se a reação tivesse sido de irritação, o fluxo vibratório seria completamente diferente.
Pensamentos e palavras são forças vivas.
Por isso, vigiar e orar não é apenas recomendação simbólica é prática de higiene espiritual.
Esse entendimento é essencial, mas representa esforço contínuo. No capítulo 15 de Pão Nosso, Emmanuel nos lembra que renovar pensamentos exige renúncia e domínio de si mesmo conquistas que não se alcançam sem trabalho íntimo.
A Casa Espírita começa em nós.
O ambiente onde estivermos refletirá, em parte, aquilo que somos.
Cabe a cada um a reflexão:
Qual energia estamos emitindo?
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Havia um fazendeiro que montado em seu cavalo, dirigia-se todos os dias para a cidade a fim de cuidar de seus negócios.
Nunca prestara atenção a uma casa humilde escondida num desvio da estrada, mas naquele dia experimentou insistente curiosidade.
E perguntava: -Quem mora ali?
Muito curioso aproximou-se. Contornou a residência com o cavalo, sem desmontar, olhou por uma janela aberta e viu uma garotinha de aproximadamente dez anos, ajoelhada, de mãos postas, com olhos lacrimejantes…
Ele pergunta: Que faz você aí, minha filha?
E ela responde: Estou orando a Deus, pedindo socorro… Meu pai morreu, minha mãe está doente, meus quatro irmãos têm fome…
O homem responde – Que bobagem! O Céu não ajuda ninguém! Ele está muito longe de nós… Temos que nos virar sozinhos!
Embora o fazendeiro fosse irreverente e um tanto rude, era um homem de bom coração. Compadeceu-se, tirou do bolso boa soma em dinheiro e a entregou.
Aí está. Vá comprar comida para os irmãos e remédio para a sua mamãe! E esqueça a oração.
Isto feito, retornou à estrada. Antes de completar duzentos metros, decidiu verificar se sua orientação estava sendo observada.
Para sua surpresa, a pequena devota continuava de joelhos.
Ele disse: Ora, menina! Por que não vai fazer o que recomendei? Não lhe expliquei que não adianta pedir?
E a menina, feliz, respondeu: Já não estou mais pedindo, estou apenas agradecendo. Pedi a Deus e ele enviou o senhor!
Refletindo um pouco a respeito do cap 19-ESE- “A fé transporta montanha” itens 1 a 5- Poder da Fé, lembrando que essas palavras constam no Evangelho de Mateus cap 17, 14 a 20, observamos que a menininha tinha uma fé muito grande.
Emmanuel no livro O Consolador psicografado por Francisco Cândido Xavier no ítem Espiritismo subitem Fé responde uma pergunta sobre a definição de Fé:
“Ter fé é guardar no coração a luminosa certeza em Deus, sem titubear, sem duvidar. É Acreditar ultrapassando o âmbito da crença religiosa, fazendo o coração repousar numa energia constante de realização divina da personalidade”.
E continua: A fé é alcançar a possibilidades de não mais dizer: “eu creio”, mas afirmar: “eu sei”, com todos os valores da razão tocados pela luz do sentimento. Essa fé não pode estagnar em nenhuma circunstância da vida e sabe trabalhar sempre, intensificando a amplitude de sua iluminação, pela dor ou pela responsabilidade, pelo esforço e pelo dever cumprido.
A menina confiava tanto em Deus que em nenhum momento titubeou e não teve dúvida.
Então, quando Jesus curava as pessoas, dizia: “Vá que a tua fé te curou” porque a própria pessoa havia movimentado leis divinas que a olho nú não conseguimos ver, mas que Jesus com sua visão espiritual, sabia que era do fundo do coração. Como a mulher hemorroísta que ao tocar na veste de Jesus ficou curada, ou tantos outros que andaram e eram paralíticos, mas pela certeza que era possível aqueles cura voltaram a andar.
Jesus também falava aos seus discípulos, “se tivésseis fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a esta montanha: transporta-te daqui para ali, e ela transportaria, e nada vos seria impossível”.
Do ponto de vista religioso, a fé é a crença nos dogmas particulares que constituem as diferentes religiões com seus artigos de fé e sob esse aspecto ela pode ser raciocinada ou cega.
A fé cega, não examina nada que está acreditando, aceita sem controle o falso como verdadeiro e se choca, a cada passo, contra a evidência e a razão e levada ao excesso, produz o fanatismo.
A fé raciocinada, é a que se apoia sobre os fatos e a lógica, não deixa atrás de si nenhuma obscuridade, crê porque está certo por isso não se dobra.
A Doutrina Espírita nos ensina que a fé pode ser Divina ou Humana conforme aplica-se às suas faculdades às satisfações das necessidades terrenas ou aspirações celestiais pois, recebe uma aplicação direta e especial na ação magnética; É com o naquela frase: o universo conspira a seu favor.
Kardec observa que através do poder da fé o homem age sobre o fluido, agente universal, modifica-lhe as qualidades e lhe dá uma impulsão, por assim dizer, irresistível. Por isso, aquele que, a um grande poder fluídico normal junta uma fé ardente, pode, apenas pela vontade dirigida para o bem, operar esses fenômenos estranhos de cura e outros que, passariam por milagres e que não são, todavia, senão as consequências de uma lei natural.
Por isso que Kardec também nos orienta da fé inabalável que é aquela que pode encarar a razão frente a frente, em todas as épocas da humanidade.
Concluindo vamos ter a certeza que através da oração sincera que brota do coração, podemos abrir os canais mentais para ouvir as vozes brandas e suaves dos imortais que nos querem tão bem e nos inspiram nos momentos mais difíceis da nossa vida, basta dizer “Eu sei”.
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Para este mês de março/26 incluímos como sugestão de leitura, uma obra chamada Fenômenos de Teletransporte e Materialização de Espíritos do autor Paulo Cesar Fructuoso publicada pela Editora FREI LUIZ.
Nessa obra o autor compila décadas de pesquisas e observações sobre materializações no Centro Espírita Lar de Frei Luiz e correlaciona esses fenômenos com a imortalidade da alma e universos paralelos.
Conforme escreve o autor na Introdução “Grande parte da incerteza pela qual passa a humanidade diante do fenômeno “morte”, se deve ao Universo de mistérios que se estende a partir da extinção da energia vital”…
Desta forma, sem intenção de formular teorias que possam explicar estranhas ocorrências pela ciência convencional, por não poderem ainda serem reproduzidas em laboratórios.
Paulo Cesar Fructuoso expõe nessas páginas o resultado de longos anos de observações e pesquisas sobre os fenômenos de materialização de espíritos formulando pensamento que coaduna com a teoria de teletransporte entre Universos paralelos de seres que já transitaram pela Terra ocupando corpos humanos e mesmo ultrapassando o fenômeno da morte, continuam a vida.
O livro é composto de dezesseis capítulos iniciando pelo Elemento Material, passando para o Elemento Espiritual e os Chakras, o teletransporte explicando com profundidades e após a referência bibliográfica em anexo encontram-se fotos coloridas da Instituição do Lar de Frei Luiz, as cabines de materializações e até objetos transportados.
É um livro maravilhoso que traz uma explicação profunda do fluido de ectoplasma, podendo ser utilizado para estudo na relação dos atendimentos mediúnicos e guia médica nas atividades fraternas do Centro Espírita,
Vale a pena a leitura!!
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A Diretoria do Centro Espírita Luz da Humanidade convida a todos que ainda não se filiaram ao quadro associativo, para participarem dessa campanha, unindo esforços para a manutenção da Casa.
Isso permite que todos aqueles que venham buscar atendimento, continuem a receber o “conforto” físico e espiritual que a Casa oferece, e num futuro possam fazer parte também da nossa equipe de trabalho.
O sócio contribuinte tem acesso às obras espíritas do acervo de livros da nossa biblioteca, constituído de romances, livros de estudo e o próprio Pentateuco de Allan Kardec. Pesquise pelo site nossa lista e escolha qual mais lhe interesse para leitura.
Para se associar você pode clicar aqui para preencher a ficha online ou converse com o voluntário da recepção de qualquer de nossos trabalhos, preenchendo a ficha com seus dados e fazendo sua contribuição mensal do valor que lhe for conveniente, tendo acesso também ao nosso grupo do whatsapp.
O Centro Espírita Luz da Humanidade agradece sua valiosa contribuição e lhe deseja um abraço fraterno.
Este boletim é uma publicação mensal do Centro Espírita Casa Luz da Humanidade que visa oferecer aos colaboradores, frequentadores e participantes através de leitura ou por áudio informações interessantes na forma de artigos à luz da Doutrina Espírita.
EXPEDIENTE:
Centro Espírita Casa Luz da Humanidade
Av. Dr. Arlindo Joaquim de Lemos, 864
Vila Lemos, Campinas – SP
Direção: Daniel Grippa e José Ricardo Oppermann.
Colaboraram nesta edição: Floriano Farina, Miriam Maino Farina, Ivan Farina e Felipe Farina.
Mais informações pelo email
dfg@dfgempresarial.com.br
www.casaluzdahumanidade.com.br
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A dica de leitura infanto-juvenil do boletim de março/26 é o livro “Francisco de Assis e o amor pelos animais”, dos autores Maurício de Sousa, Luis Hu Rivas e Ala Mitchell da boa nova editora.
Nesta obra, a Turma da Mônica faz uma live com André, primo do Cascão, apresentando para as crianças as mais belas lições de Francisco de Assis, que todos podemos usar em nosso dia a dia.
Francisco de Assis e o amor pelos animais traz lindas historinhas com nossos irmãos bichinhos, contadas de forma divertida com os personagens mais queridos do Brasil, Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão e Milena e seus bichinhos Mingau, Monicão, Floquinho e Chovinista.
As histórias são agrupadas de forma harmônica com a Prece de Francisco de Assis e que cada frase tem muita emoção nas peripécias do grupinho, que detalham suas ações com seus amiguinhos bichos.
No final o primo André faz um desfecho maravilhoso dizendo que …Nunca estamos sozinhos – o amor de Deus toca o coração de todos.. e termina a live com uma orientação muito importante: …”Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente, você estará fazendo o impossível”.
O livro é todo colorido e ilustrado e com letras grandes que ajuda atrair nossa atenção para a história que vale a pena estudar no Evangelho do Lar e também nas aulas de Evangelização do Centro aprendendo um pouco mais sobre esse grande discípulo da Caridade que sempre seguiu os ensinamentos do Mestre Jesus.
Ótima leitura!