Está sem tempo de ler? Que tal OUVIR o artigo?
Existe uma frase bastante difundida nos círculos espíritas que afirma: “Há dois caminhos para se chegar a uma casa espírita: pelo amor ou pela dor.”
Essa expressão apresenta duas condições pelas quais o homem encarnado se volta a Deus durante sua experiência material. Pelo amor, nos casos mais raros, geralmente ligados àqueles que já nascem em ambiente religioso ou espiritualizado; e pela dor, que representa momentos de fragilidade moral ou material, nos quais, sentindo-se limitado em suas próprias forças, o indivíduo busca amparo no Alto para superar suas dificuldades.
Essa segunda condição é, com toda a certeza, a que mais frequentemente observamos entre aqueles que procuram e passam a participar de um trabalho espírita.
A ida a uma casa espírita, sem dúvida, proporciona conforto, esclarecimento e o auxílio necessário para atravessar as adversidades do caminho. No entanto, em muitos casos, percebe-se que, após a melhora esperada, algumas pessoas interrompem sua participação nas atividades e deixam de seguir as orientações recebidas, retornando, após algum tempo, em condições ainda mais delicadas do que no início. A que se deve esse fenômeno?
Emmanuel, no livro Pão Nosso, capítulo 50, oferece uma reflexão profunda e esclarecedora sobre esse tema:
“O médico divino proporciona a cura, mas se não a conservarmos, dentro de nós, ninguém poderá prever a extensão e as consequências dos novos desequilíbrios que nos sitiarão à invigilância”
Esse ensinamento nos mostra que buscar ajuda é apenas o primeiro passo no processo de cura. Para que ela se sustente, é indispensável que seja conservada por aquele que a recebe.
Jesus é o médico das almas e, para Ele, não existem problemas sem solução. Ele aguarda o nosso chamado para nos auxiliar, respeitando sempre o livre-arbítrio de cada um. Essa cura pode manifestar-se de diversas formas, sendo definitiva ou parcial, conforme o merecimento e as necessidades espirituais de cada espírito em sua jornada evolutiva.
Não podemos esquecer, como bem lembra Emmanuel no capítulo 157 do livro Vinha de Luz:
“Podemos afiançar que o número de enfermidades essencialmente orgânicas, sem interferências psíquicas é positivamente diminuta… A maioria das moléstias procede da alma, das profundezas do ser.”
Essa afirmação nos conduz à compreensão de que muitos dos desequilíbrios que enfrentamos no presente são reflexos de experiências passadas, geradas por nós mesmos. Assim, reforça-se a ideia de que a cura recebida não representa uma garantia eterna, mas uma oportunidade de reajuste.
A vigilância, conforme nos ensina Emmanuel, é o caminho para a manutenção da cura. Ela funciona como a continuidade natural do tratamento espiritual, pois não basta receber o auxílio divino e manter o mesmo modus operandi: os mesmos pensamentos, atitudes, hábitos e tendências que, ao longo do tempo, nos conduziriam aos erros e aos desequilíbrios. Caminhos repetidos conduzem, invariavelmente, aos mesmos destinos.
Na prática, vigiar significa observar atentamente os próprios pensamentos e ações; manter-se sintonizado com os ensinamentos de Jesus; esforçar-se para abandonar hábitos nocivos; sair da zona de conforto e assumir, de forma consciente, o compromisso com a reforma íntima.
Esse exercício precisa tornar-se um hábito diário ao longo da jornada do encarnado, e não apenas durante os momentos de dor ou necessidade. Basta um período de descuido para que antigos desequilíbrios encontrem espaço para retornar.
Sempre que Jesus realizava uma cura, costumava dizer: “Levanta-te e anda.” Transportando esse ensinamento para os dias atuais, podemos compreender que o “levantar-te” simboliza o momento em que buscamos ajuda, enquanto o “anda” representa a nossa responsabilidade em conservar a cura recebida, dando continuidade ao processo de transformação interior.
Isso não significa que as tribulações deixarão de existir. Elas fazem parte do aprendizado espiritual e do crescimento moral. A diferença está na forma como passamos a enfrentá-las: não mais com revolta ou orgulho, por nos julgarmos injustiçados, mas com humildade, confiança e respeito aos desígnios divinos, certos de que estamos sempre amparados pela misericórdia de Deus, que cura, sustenta e educa, convidando-nos, diariamente, à vigilância e ao progresso.
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A reflexão deste mês fevereiro/26 é a respeito do item 11 Beneficência do Evangelho Segundo o Espiritismo, lembrando que faz parte do cap 13 “Que a vossa mão esquerda não saiba o que dá a vossa mão direita”, são palavras de Jesus que se encontram no Evangelho de Mateus cap 6, 1 a 4.
Essa palavra beneficência significa bondade, caridade, benevolência, ajuda, auxílio, piedade, favor, graça. Tudo que refere-se ao amor e ao serviço ao próximo e para explicar esse tema, trouxemos a história que encontra-se no livro Ave Luz psicografado por João Nunes Maia pelo Espírito Shaolin que exemplifica os dizeres de Jesus no texto Caridade.
Inicia-se com um jovem de nome Judas Iscariotes que já algum tempo ouvia palavras de conforto do mestre Jesus Cristo, a respeito de mudanças íntimas e morais que deveria realizar e se esforçava do fundo da alma para não perder tempo com coisas materiais e se dedicava no trabalho de benemerência e caridade em benefício do semelhante que ele sentia que poderia ajudar a encontrar a paz.
Então, procurava enfermos para resolver problemas alheios, doava algumas roupas para os desprevenidos, consolava corações tristes, enfim, sentia que fazendo isso, havia deixado aquele sentimento mesquinho que trazia no coração e conseguia uma contemplação junto aos benfeitores do céu.
Os seus amigos notaram a sua mudança de comportamento, pois, até o seu semblante constava uma gota de alegria aos olhos dos outros discípulos, pois sua vontade de ajudar era grande.
Certa noite, um senhor de nome Hergon chega na estalagem onde Judas estava hospedado. O dono abre a porta e percebe que o homem tinha lepra em estado avançado, porém, sentindo compaixão do rapaz, procura Judas para que ele pudesse dar umas palavras de conforto e ajudá-lo em seu desespero porque ele levava jeito para tratar com doentes.
Então bate na porta de seu quarto para pedir que acolhesse por essa noite, mas Judas sentindo o mau cheiro que o homem exalava, fecha a porta rapidamente e não permite sua entrada, voltando para sua cama e dormindo num sono profundo sem se preocupar com nada.
O estaleiro não tendo o que fazer, colocou o doente para fora do estabelecimento e os vigilantes que passavam pelo local, agarraram-no sem piedade e o levaram para fora da cidade perto das montanhas.
Judas no outro dia, amanheceu mal humorado. O entusiasmo pela caridade, se esfriara. Ele queria ser útil mas ainda não conseguia fazer a caridade, principalmente, com um doente leproso e dizia pra si mesmo: Dormir com um leproso em um quarto? Era demais, pois, teria o risco de pegar a doença e ser descoberto pela polícia e ser acusado de cumplicidade, já que pessoas com lepras não podiam conviver livremente pela cidade.
Mas no fundo de seu coração tinha se arrependido e gostaria de ir atrás daquele homem, mas pensava, foi tudo muito rápido!! não deu tempo para pensar no que fazer!!! Se minha consciência avisasse que ele viria, eu me prepararia. Com isso, teve ímpetos de chorar….
O dia passou e ele volta para Betsaida no final da tarde, no momento dos apóstolos se reunirem com o mestre Jesus no barracão dos pescadores, Simão o cananita, se levanta da cadeira e com a mente e o coração ao alto, inicia uma sentida prece, abrindo a reunião.
Judas inquieto olha para Jesus, que lhe retribui o olhar tranquilo e amoroso, dando uma nova cota de energia, que animou a sua expressão, nisso ele levanta-se e pergunta a Jesus:
-Mestre! Todas as decisões que tomo de beneficência a um semelhante falham nas primeira experiências. Me sinto fraco e fracassado em minhas atitudes. Será que somente eu estou preso por laços que não consigo desatar?
Jesus olhando para Judas e vendo no fundo de sua alma as dificuldades que ele tinha de compreensão das coisas espirituais, responde:
Você está um pouco enfraquecido no pensamento que eleva a Deus e quando entra em contato mental com algum semelhante, eles herdam suas vibrações negativas.
Você precisa lutar para buscar a verdade, porque quando as ideias de transformação são colocadas em sua mente, você coloca em prática imediatamente sem perceber as emoções que estão atraindo para si, por isso esfria a ação:
Tu estás sendo a pessoa faminta que, ao deparar com comida, come demais e depois de pouco tempo fica com fome. Pensa no equilíbrio das emoções, sejam elas quais forem.
Quando fores fazer uma grande caminhada, somente podes ir passo a passo;
Quando fores conhecer um texto sagrado, analisas palavra por palavra, assunto por assunto;
Quando fores escutar alguém sobre qualquer tema, registras nos aparelhos auditivos som por som;
Quando fores alimentar, só pode fazê-lo bocado por bocado.
Essa é uma lei, para tudo e para todos, em sequência universal.
Como queres fazer Caridade, beneficiar os outros de uma maneira que não suportas?
Todo o exagero é caminho para a desistência e, quando sempre, na hora em que devias fazer a verdadeira beneficência, tu foges com medo das consequências. O amor não pode ter medo.
E termina a explicação dizendo: Quando resolveres realizar a caridade, os pensamentos não podem estar direcionados ao conforto nem ao bem-estar, para não cair em pensamentos de orgulho e egoísmo e não conseguir realizar a caridade elevada.
No Livro dos Espíritos na questão 886 -Qual é o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entende Jesus?
R: Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias, perdão das ofensas.
Concluindo, Allan Kardec explica que a caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, mas abrange todas as relações com os nossos semelhantes, quer se trate de nossos inferiores, iguais ou superiores. Ela nos manda ser indulgentes (tolerantes com os defeitos dos outros) e nos proíbe de humilhar o infortúnio.
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Para este mês de fevereiro/26 incluímos como sugestão de leitura, uma obra chamada Cáritas e sua Prece Histórica, do autor Regis de Morais e publicada pela Editora allan kardec.
Meditação, revelação e gratidão. Com essas palavras resume-se este trabalho do autor Regis de Morais, grande tecelão das palavras, cosendo lirismo, religião, história e sabedoria num texto profundo como as almas e leve como os sonhos.
A Prece de Cáritas, relida neste texto com expansão generosa de detalhes e informações históricas, mantém todo brilho e toda força das preces verdadeiramente belas e profundas, não se prendendo a castas nem a religiões essa ou aquela.
Psicografada por Madame Krell, em 1873, na cidade francesa de Bordéus, em plena eclosão do Espiritismo, a Prece de Cáritas revela muito mais que uma simples mensagem do mundo dos espíritos.
Acompanhe e descubra por que tantos se rendem à beleza das palavras e à pureza dos sentimentos de uma alma anônima que escolheu a caridade como codinome e o serviço aos pobres como sentido de sua vida.
O livro é composto de duas partes sendo a primeira: Cáritas no Cristinianismo dos Primeiros Tempos e na Posteridade e na Segunda Parte: A Prece de Cáritas explicada em detalhes e com aspectos hipotéticos e contendo fatos, revelações e situações inéditas, que irão prender sua atenção.
É um livro maravilhoso que pode ser utilizado no Evangelho do Lar e nos estudos do Centro Espírita.
Vale a pena a leitura!!
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A Diretoria do Centro Espírita Luz da Humanidade convida a todos que ainda não se filiaram ao quadro associativo, para participarem dessa campanha, unindo esforços para a manutenção da Casa.
Isso permite que todos aqueles que venham buscar atendimento, continuem a receber o “conforto” físico e espiritual que a Casa oferece, e num futuro possam fazer parte também da nossa equipe de trabalho.
O sócio contribuinte tem acesso às obras espíritas do acervo de livros da nossa biblioteca, constituído de romances, livros de estudo e o próprio Pentateuco de Allan Kardec. Pesquise pelo site nossa lista e escolha qual mais lhe interesse para leitura.
Para se associar você pode clicar aqui para preencher a ficha online ou converse com o voluntário da recepção de qualquer de nossos trabalhos, preenchendo a ficha com seus dados e fazendo sua contribuição mensal do valor que lhe for conveniente, tendo acesso também ao nosso grupo do whatsapp.
O Centro Espírita Luz da Humanidade agradece sua valiosa contribuição e lhe deseja um abraço fraterno.
Este boletim é uma publicação mensal do Centro Espírita Casa Luz da Humanidade que visa oferecer aos colaboradores, frequentadores e participantes através de leitura ou por áudio informações interessantes na forma de artigos à luz da Doutrina Espírita.
EXPEDIENTE:
Centro Espírita Casa Luz da Humanidade
Av. Dr. Arlindo Joaquim de Lemos, 864
Vila Lemos, Campinas – SP
Direção: Daniel Grippa e José Ricardo Oppermann.
Colaboraram nesta edição: Floriano Farina, Miriam Maino Farina, Ivan Farina e Felipe Farina
Mais informações pelo email
dfg@dfgempresarial.com.br
www.casaluzdahumanidade.com.br
Os artigos, aqui publicados, poderão ser reproduzidos parcial ou integralmente desde que citada a fonte. As imagens e fotos não devem ser copias podendo estar protegidas por direitos autorais e/ou de imagem.,,
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(Mateus 13: 24-30, 36:43)
Naquela noite, dois jovens se casariam.
O casamento seria celebrado à noite, como era costume no tempo de Jesus.
Havia primeiro a cerimônia religiosa, na casa da noiva. Depois, então, a festa do casamento, na residência do noivo.
Os convidados saíam da casa da noiva formando uma procissão. Todos carregavam lâmpadas de azeite ou tochas acesas, porque as ruas eram escuras. Naqueles tempos, você sabe, não havia iluminação a gás nem luz elétrica. A procissão, começando da casa da noiva, se dirigia para a casa do noivo.
Algumas pessoas convidadas, que não puderam assistir ao ato religioso, esperavam, em frente às suas casas, a passagem do cortejo, a fim de se digiriem à residência do noivo as festas do casamento.
As cerimônias religiosas demoraram, porém, bastante tempo na casa da noiva.
Dez moças que não puderam ir lá, estavam esperando a passagem do cortejo, quando o noivo, a noiva e os convidados viessem para a casa do primeiro.
Dessas dez moças, cinco eram tolas e desajuizadas. As outras cinco eram prudentes.
Todas sabiam que não era permitido tomar parte na procissão sem suas lâmpadas ou tochas.
As tolas, porque não tinham cuidado, levavam as lâmpadas com pouco azeite, mas, as prudentes levavam as lâmpadas e também umas pequenas vasilhas com azeite.
O noivo estava tardando…
-Por que estará demorando tanto, a cerimônia religiosa? – perguntavam às moças, uma às outras.
Sentadas, vencidas pelo cansaço, todas elas adormeceram.
Já era meia-noite, quando alguém, que vinha à frente da procissão, gritou: “Eis o noivo! Venham os convidados ao seu encontro!”
As dez moças, então, se levantaram depressa e preparam as suas lâmpadas, acendendo-as.
As cinco moças desajuizadas disseram, nesse momento, às outras cinco:
-Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão se apagando…Elas têm pouco azeite…
As prudentes, porém, responderam, com delicadeza:
-Infelizmente, amigas, não é possível, porque o azeite que temos não chega para nós e para vós. Ide ao vendedor e comprai-o para vós…
A cinco moças imprevidentes foram fazer a compra, buscando o vendedor naquela hora tardia da noite. E por isso, demoraram bastante…
A procissão passou, as cinco moças prudentes entraram no cortejo e todos chegaram à casa do noivo. Imediatamente foi fechada a porta, como era costume.
Mais tarde, as cinco moças sem juízo chegaram. A porta já estava fechada.
-Que faremos? -Perguntavam elas entre si.
-Batamos à porta-disse uma.
Bateram, gritando:
-Senhor, senhor, abre a porta para nós?
O noivo, porém, da janela do sobrado, disse para as moças que estavam na rua:
-Agora não é mais possível…Não vos conheço!
E elas não puderam entrar. Se tivessem sido cuidadosas, estariam na festa juntamente com todos os convidados…
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Entendeu, querida criança, a grande lição que Jesus nos deixou com esta parábola? Ele a terminou com as seguintes palavras: “Vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora”.
Esta parábola é um convite do nosso Divino Mestre para que sejamos vigilantes, isto é, cuidadosos.
Devemos estar sempre prontos para o cumprimento do nosso dever. Devemos estar sempre prontos para responder à chamada de Jesus para qualquer serviço, pequenino que seja, na Seara do Evangelho. Devemos estar sempre prontos para a hora desconhecida em que Ele nos chama desta vida presente para vida espiritual.
Isso é que significa vigilância. Cuidemos, pois, de nossas almas com muito zelo. Sejamos como as moças prudentes da parábola, que traziam suas lâmpadas e mais as vasilhas de azeite. Devemos trazer nossas almas como lâmpadas sempre acesas, alimentadas com o azeite da Palavra Divina.
Você viu que o azeite, na parábola, não pôde ser emprestado. Assim sendo, cada um de nós deve cuidar de conseguir o próprio azeite para sua lâmpada, isto é, cada um deve cuidar de aperfeiçoar e iluminar seu próprio coração, pois, não podemos chegar a Jesus pelos merecimentos dos outros. É a “lei de esforço próprio” de que tem falado, muitas vezes, nosso grande Benfeitor Espiritual Emmanuel.
Atenção para outro ensinamento, querida criança: Devemos cuidar da iluminação de nossa alma enquanto é tempo. Não procedamos como as virgens sem juízo, que deixaram a compra do azeite para última hora. Por não serem cuidadosas, perderam o direito de entrada às festas do casamento. Se não cuidarmos também, com antecedência, do aperfeiçoamento de nosso espírito, não teremos ingresso às Moradas Luminosas de paz, de felicidade e de cooperação com Deus.
Pense nessas coisas muito sérias e santas, meu querido menino. E desde agora, “compre” no Evangelho, com as moedas de sua boa vontade e de seu esforço o azeite das Virtudes Divinas para acender a lâmpada do seu coração, preparando-o, cuidadosamente, para os serviços do Bem, com Jesus.
Fonte:
Livro: Histórias que Jesus Contou
Autor: Clóvis Tavares
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A dica de leitura infanto-juvenil do boletim de fevereiro/26 é o livro Paulo e Estevão para jovens leitores, do autor Adeilson Salles publicado em 2024 pela Fergs Editora.
É uma obra que conta a história de dois personagens principais, Paulo e Estevão, cujas vidas se entrelaçaram por completo em nome de Jesus Cristo em toda sua obra da Boa Nova.
Lendo esta história ela ficará escrita em seu coração, pelo grande aprendizado que ela representa para o Cristiniasmo. Lembrando que o tempo irá passar e não irá apagar as emoções que estas páginas irão revelá-lo.
Então, atravesse o portal dos séculos e aventure-se, conhecendo dois personagens da história da humanidade: Paulo e Estêvão.
Ela foi lançada em comemoração aos 70 anos do romance mediúnico “Paulo e Estevão” que foi psicografado por Chico Xavier e ditado pelo Espírito de Emmanuel, conforme informação, constante na apresentação do livro pelo escritor e palestrante espírita Haroldo Dutra Dias, chamando a atenção do leitor, para a beleza dos acontecimentos e profundidades das conversas, que traduz de forma singela e sensível a trama que aconteceu com os dois personagens.
O livro é todo ilustrado em grafite, que transmite um clima de suspense, que atrai nossa atenção para a leitura da história fascinante, que vale a pena estudar no Evangelho do Lar e também nas aulas de Evangelização do Centro aprendendo um pouco mais sobre Paulo o apóstolo dos Gentios e sobre Estêvão o primeiro mártir da Igreja que através de suas preleções eloquentes trouxe para o povo cristão, os ensinamentos do Mestre Jesus.
Ótima leitura!